sexta-feira, 27 de abril de 2012

Fim

O fim to eu sempre a falar
A falar de poemas
Poemas que tem fim
Fim é tudo para mim
Para mim é apenas fim

O futuro

Quando nasci não sabia o que estava a fazer aqui
Aqui to eu
To eu a deriva
Deriva anda o barco da vida
Vida que eu ando
Ando por ai
Ai é a minha vida
Vida que tem um fim
Fim para o futuro
O futuro que esta a espera de mim

A aula

A aula é um livro
Um livro que não tem fim
Fim tem a vida
Vida que é para mim
Para mim é um livro
Um livro que eu li
Eu li só para ti

Escrevo por mim

Escrevo por mim 
Por mim vem a letra
A letra que fala
Fala de poemas
Poema que eu escrevo
Escrevo por alguém
Alguém que vai ler
Ler para não chorar
Chorar por mim
Por mim não
Mas sim do que escrevo por mim 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Morte

A morte é um pesadelo
Pesadelo que é a morte
A morte que é fria
Fria como o vento
O vento que trás a morte
A morte que é trazida pelo vento
Vento que trás um arrepio
Um arrepio que é a morte
A morte que vem
Vem para não voltar
Não voltar para a vida
Vida que era uma pagina
Pagina de vida 
Vida que esta tão perto da vida 

André

André é o meu nome
Meu nome que começa por A
A é letra do alfabeto
Do alfabeto que eu aprendi
Aprendi na vida
Na vida que eu escrevi
Escrevi com A
A que pertence a palavra amor
Amor que tenho no coração
No coração que me pertence
Pertence como o meu nome
O meu nome que é André

Beleza

A beleza não é só por fora 
Fora é só o aspecto
O aspecto que não conta
Conta é o interior
O interior de cada um

A Noz

A noz é dura
Dura como as pessoas 
As pessoas que escrevem a vida delas
A vida delas que é pó
É pó que vai para a terra
Terra que nasce uma uma nogueira
Uma nogueira que da uma noz

Sabedoria

A sabedoria do sábio
Do sábio que tem barbicha
Barbicha branca
Branca como a neve
Neve que ta em cima da bengala
Bengala que possui magia
magia que tinha o sábio
O sábio que tinha sabedoria 


terça-feira, 24 de abril de 2012

Pagina


Eu criai uma pagina
Uma pagina que tem tudo que é meu
Meu não tem nada 
Nada de poemas
Poemas que pertencem a pagina 

Ler um sonho


Quem ler estes poemas
Poemas da vida
Da vida que eu ando
Ando por um sonho
Um sonho que não tem fim

Puto


Eu escrevo os poemas a caneta
Mas Camões escrevia com uma pena
Escrevia com uma pena 
Porque era um Senhor
Ao contrario de mim
Que só um simples puto que escreve poemas de amor

Inspiração


A inspiração aparece e desaparece
Desaparece como o vento
O vento que vem de leste

Liberdade


A liberdade é a paz
A paz que o homem quer e não consegue
Não consegue porque fraco
Fraco que é o homem
O homem que quer sair da guerra
Da guerra que esta longa da liberdade

A vida vazia


A vida as vezes é vazia
É vazia como um buraco bem escuro
Bem escuro como o carvão
O carvão que pode escrever solidão
Solidão que nós sentimos
Sentimos as vezes na vida

Camões


O poema que Camões escreveu 
Escreveu com uma pena 
Pena que saia dela magia 
Magia dos poemas
Poemas que lia